| Escrevo para dar testemunho da missão que o Senhor me colocou: levar o Terço da Divina Misericórdia àqueles que não o conhecem e chamá-los a serem missionários desta obra.
Começamos com 5 pessoas e hoje somos mais de 50. Antes o Terço acontecia na Capela de um colégio de Freiras com 4 pessoas da nossa cidade. Até que uma amiga teve a idéia de levar o terço para as famílias. E esse trabalho começou em abril de 2007.
Antes disso, em meio a muitas orações junto com meu marido e meus filhos, incluindo o Terço da misericórdia, fui curada de leucemia e lupus. Cada vez que ia buscar o resultado dos meus exames ia rezando o Terço da Misericórdia por todo o caminho e clamava a minha cura e Jesus me concedeu. Hoje estou sofrendo de artrite reumatóide, faço tratamento mas creio que, se for da vontade de Deus, vou receber a cura também dessa doença.
Quando minha amiga me fez o convite para juntas rezarmos o Terço da Misericórdia nas famílias não me senti motivada, pois nunca tive coragem de se quer fazer uma leitura nas missas ou reuniões, por vergonha. Mas logo depois percebi o chamado do Senhor, pois ele fala que toda graça tem que ser testemunhada e hoje sou a segunda pessoa deste grupo que recebeu de Deus o dom de oração de cura e libertação. Proclamo o Evangelho, ou os textos que o Senhor coloca para os momentos de oração.
Muitas vezes tenho medo e sinto que muitos confiam nos momentos de orações que fazemos e em minha intercessão. E eu me pergunto: será que estou preparada?
Nas terças-feiras as 19 horas, rezamos o Terço da Misericórdia com as famílias e muitos testemunhos são proclamados, como exemplo: libertação de vícios de adultério, curas de doenças, depressão, empregos, e uma mulher que foi curada do HIV e seus esposo alcançou a graça de ser batizado e ter o coração liberto da falta de perdão, antes de morrer. As quintas-feiras as 15 horas rezamos o Terço da Misericórdia na Igreja diante do Santíssimo Sacramento, tem sido uma graça para todos.
Antes éramos apenas católicos que participavam de missas e hoje buscamos cada vez mais a nossa conversão e de nossos filhos.
Leila Rosa Soares Vitor
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