Apostolado da Divina Misericórdia
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Graças Alcançada
SAÚDE RECUPERADA PELA ORAÇÃO À DIVINA MISERICÓRDIA


Em Maio de 2001, minha irmã mais nova casou-se com um jovem que tinha sido meu colega de adolescência.
Ele sobrevive de atividades agrícolas, sempre foi muito trabalhador e católico, sendo inclusive um dos catequistas da localidade onde reside, a qual fica localizada a mais ou menos oitenta quilômetros de Curitiba.
Em Maio de 2003, minha irmã deu a luz a um lindo menino que nasceu com muita saúde e veio para inundar a casa de felicidade. Em setembro do mesmo ano, meu cunhado apresentou um problema de infecção dentária, com o qual não se importou muito, devido a ele ser um homem rude, daqueles que dificilmente vai a um médico ou dentista. Resolvia o problema com remédios caseiros, a dor aliviava, porém persistia em voltar.
O problema se agravou e o seu rosto ficou muito inchado. Uma semana depois, não suportando mais uma terrível dor de cabeça, resolveu procurar auxílio médico. Aproveitando uma carona, veio de caminhão com um dos funcionários de seu sítio. No meio da viagem começou a perder a consciência e a delirar. O motorista, então, telefonou para nossa casa e meu irmão foi em seu auxílio, pois com um veículo menor seria mais fácil chegar a um hospital.
O local para atendimento mais próximo era o Hospital do Trabalhador, que não quis interná-lo, alegando que ali era um hospital somente para acidentados. Ele, então, foi levado ao Hospital Evangélico, onde ficou internado. Os médicos disseram que se tratava de um abscesso, uma doença cerebral das mais graves que um ser humano pode ter, sendo mais grave, até que um aneurisma ou mesmo um tumor cerebral. A causa mais provável de tudo seria uma bactéria da infecção do dente que teria subido e se alojado no cérebro.
O médico, ao ser questionado se ele sofreria seqüelas, respondeu: “primeiro vamos falar entre vida e morte”, dizendo, ainda, que ele corria risco de morte e que o abscesso estava apertando a área do cérebro responsável pela respiração. Disse que, durante a noite, faria contato com a família para assinar a documentação, em caso de cirurgia.
Na mesma noite, o meu cunhado entrou em coma e foi feita uma cirurgia de emergência da qual não puderam nos avisar dado a gravidade do caso. Na cirurgia, o médico precisou fazer três furos em sua cabeça. Quando soubemos, ficamos todos desesperados e o pior é que a minha irmã amamentava o bebê de pouco mais de três meses. No outro dia, ainda sem notícias, fui levar minha irmã até o hospital e quando chegamos lá, o neurocirurgião nos avisou que ele já havia sido operado, e que ficaria fatalmente com terríveis seqüelas, pois o lado esquerdo de seu corpo já estava imóvel. Se ele sobrevivesse, teria de andar de cadeira de rodas, poderia ficar surdo, mudo e, talvez, perder a totalidade dos movimentos do corpo. Minha irmã entrou em desespero total, chorava muito e eu também. A volta do hospital foi terrível. Somente eu e ela no carro. Foi quando lembrei-me da Divina Misericórdia e das promessas de Jesus. Perguntei a ela: “Você acredita em Deus, em Jesus Misericordioso?” “Claro que acredito” respondeu-me entre lágrimas. Então eu lhe disse: “Chegue em casa e reze diante da Imagem de Jesus Misericordioso. Prometa, em ação de graças, distribuir dez livrinhos da  devoção à Divina Misericórdia quando ele estiver bom.
E assim ela fez. Imediatamente, quando chegamos em casa, foi rezar diante da Imagem de Jesus Misericordioso. Todos nós rezamos muito e outros familiares também. Jesus deu a resposta. No outro dia, ele já ia até o banheiro sozinho e os médicos não acreditavam no que viam.
O neurocirurgião que lhe operou, perguntou: “Rapaz, você acredita em milagre? Eu acompanhei o seu caso, lhe operei e você já estava desenganado. A probabilidade de alguém ficar bom em um caso destes é a mesma de você apostar e ganhar sozinho na Mega Sena”. Meu cunhado ficou, ainda, internado por, aproximadamente trinta dias e saiu andando do hospital. Hoje ele leva uma vida normal, sem nenhuma seqüela.
Tudo isto eu lhes conto para a honra e glória de Jesus Misericordioso.
Paroquiano devoto na Paróquia Sagrada Família, Curitiba.

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